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Guia dos Mangás Finalizados em 2012 [Parte 3/3]

Continuando, última parte...


Tóf! Chega o fim da segunda parte do todo poderoso mangá de luta do doidão do Saruwatari Tetsuya, com 39 volumes e sendo publicado desde 2003. Não é um mangá pra todos, é bem peculiar, porque né, é o autor de Riki-Oh. Mas eu diria que é um bom mangá de esportes. Mas é, o mangá é basicamente de MMA, esportes, e na primeira parte, a meta do protagonista era se tornar o próximo Bruce Lee, ou melhor, ser mais forte que ele.




Esse mangá maldito. Muitos dizem que ele só surgiu por causa de Bakuman., e não duvido muito, o fato é que ele já acabou, felizmente. É um dos mangás que mais odeio, e olha que é bem difícil eu odiar um mangá. Geralmente é só um hate por zuação, mas esse não. Um survival game que não é ruim, muito ao contrário disso, porém, ele é sádico. Muito mais sádico do que qualquer outro, mexe muito com você, dá muita raiva. Acho que isso é um ponto positivo, já que ele é o mais perturbador de todos os survival horrors e sim, ele permite que você o odeie, ele quer que você o odeie. Quando eu digo que dá muita raiva, dá muita raiva MESMO. Você sofre lendo o mangá. Odeio ele do fundo do meu coração.




Mais um shoujo acabando, 18 volumes, um bom número para o gênero. Sinceramente, eu achei o mangá bem clichêzinho e sem graça, é um shoujo padrão então nem preciso dizer a história aqui, faltou um pouco de personalidade. Mas temos que respeitar, até que vendeu bem e aguentou aí 18 volumes, sendo um dos trunfos de sua revista.




E eis que chega ao fim o grande josei de casamento da Petit, Hapi Mari. Sim, é josei, então seu público alvo é um pouco maior, apesar disso, posso dizer que gostei bastante do mangá, até mais que o aclamado Kimi Wa Pet e com certeza marcou as fãs do gênero. É igual uma dessas comédias românticas de holywood, com um riquinho esnobe praticamente comprando a heroína, mas mostra que é diferente e é bem interessante. 




Vida de Shinobi! Lembro de ter lido esse mangá há um bom tempo, e agora está finalmente acabando... esse é um shoujo bem peculiar, pois envolve viagem no tempo, ninjas e tudo mais. Curti bastante, por ser alternativo e tudo mais. Não sei porque mas me lembrou um pouco JIN, provavelmente por causa da viagem no tempo até o japão feudal. Mas lembrando, não tem nada a ver a história de ambos, um é um seinen de medicina e outro é um shoujo, romântico. 




Duas obras primas sobre montanhismo acabando quase no mesmo ano. Gaku e Kokou no Hito (2011). No meu humilde gosto, prefiro GAKU, mas isso é bem pessoal. Gaku consegue ser mais emocionante que Koukou de uma forma bem mais simples, não precisa de páginas duplas questionando o sentido da vida, não que isso seja ruim. Gaku é muito menos egoísta, é mais sobre a vida, a preciosidade dela. Uma verdadeira poesia, que tem um traço característico que combina muito, mesmo sendo simples, e dá um toque especial a história. É um traço aconchegante.

Lembrando que GAKU ganhou vários prêmios no Japão, além de um live-action sensacional com ninguém menos que o Oguri Shun protagonizando. A história é sobre Sanpo, um cara que ama as montanhas e sempre está ajudando as equipes de patrulha a resgatar acidentes lá em cima, onde nem deus chega. Sanpo é um dos personagens mais carismáticos que existem, ele é o tipo de personagem inocente, claro, não é forçado igual a um Luffy ou Gon da vida, e mais importante, ele é caridoso, ama viver as montanhas, mesmo já tendo perdido vários amigos queridos lá. Ainda deve pintar um review sobre ele aqui no blog.




Kaiji Kawaguchi. Acho que eu não preciso dizer mais. Mas como tenho que preencher um pouco o espaço, vamos lá! Mais um mangá sensacional do mestre Kawaguchi chegando ao seu término, dessa vez falando sobre música! E como sempre, mexendo com o tempo. E se você pudesse voltar no tempo e cantar os sucessos dos Beatles antes deles mesmo? É basicamente a premissa do mangá, que segue uma banda cover dos Beatle, The Fab 4, que acaba voltando no tempo e parando na época onde o Japão não sabia nada sobre Rock. Um tributo aos Beatles. Ou será que não?

Só posso dizer que estava sentindo muita falta de um mangá músical de verdade, afinal, ninguém merece coisas como K-On!... e ele veio pra acabar com a saudade! Sim, tenho que comparar com BECK e dizer que está num nível parecido, lembrando que BokuBeatles tem um foco bem mais complexo e envolve temas mais difíceis de se lidar, mas o roteirista, que dessa vez não é o Kawaguchi, consegue se sair bem.




Ikigami. O último limite foi passado e o último arco terminou. Seinen aclamado em várias partes do mundo, conta a história de Ikigami, que acaba virando cobaia de vários experimentos em troca de money, afinal, a vida não tá fácil para ninguém. Há quem compare o mangá com Homunculus, mas são coisas bem diferentes, apesar de ambos serem ótimos seinens. Uma história adulta de verdade, com problemas adultos e tudo mais.




A história da Frankenstein mais atrapalhada do mundo chega ao fim! Franken Fran, um mangá com um climão de terror e com uma fanbase ocidental bem interessante, afinal, muitos acompanharam sua publicação do começo ao fim. Sátira, ou não, do Frankenstein, acho bem interessante e não tenho muito comentários a tecer sobre. Recomendo que leiam esse post.




O remake do mangá de comédia dos anos 70 ganhou um tom bem mais sério e adulto, e foi muito bom. Afinal, são os criadores de Akumetsu que fizeram, então a qualidade já estava garantida. Como sempre, eles fazendo histórias bem poéticas com várias críticas da sociedade.  A história do lobisomem que teve que se adaptar a sociedade atual, indo para a escola e tudo mais, rendeu várias páginas filosóficas e bonitas, além de muito sangue e fanservice, sem medo algum de se expressar, foi bem sincero desde o começo e evoluiu bastante, eu diria, já que até o 5 volume raramente se vê alguma crítica importante nele. 12 volumes, curto e bom, fechado. Um reboot no estilo do feito por Naoki Urasawa com Pluto.




Um mangá da Bessatsu Shonen Magazine terminando. E muito bom, diga-se de passagem, como a maioria dos mangás publicados lá. A história é bem peculiar e genial, afinal, não é todo dia que se vê um mangá onde uma demôniozinha e shinigami se juntam pra fazer uma escola de luta para monstros. Como todos os mangás da revista, uma história bem alternativa e boa. Pra quem não conhece, a Bessatsu Shonen Magazine, na minha humilde opinião, é a melhor revista do Japão, publicando títulos como Shingeki no Kyojin, Aku no Hana e principalmente Doubutsu no Kuni.





Hanza Sky! Um dos melhores mangás da Champion dos últimos anos, ao lado de Sugarless chegou ao fim. Como a maioria dos mangás de lá: é de delinquentes. Ou quase isso. Hanza Sky usa aquela velha fórmula delinquentes + esportes, já usada por muitos, como o Inoue em Slam Dunk e o Morita em Rokudenashi BLUES, porém, não é repetitiva e cansativa, conseguiu ser legal. O mangá segue um delinquente que quer largar a vida das brigas e entrar no mundo amoroso mas acaba só se dando mal, até que finalmente acha um amor, mas ironicamente, no mundo das brigas, mas não das brigas de rua e sim das lutas, no Karatê.

Eu gostei muito do mangá, principalmente por lembrar muito o feeling de Shonan Junai Gumi, é muito engraçado e tem delinquentes, um dos meus gêneros favoritos de mangá. Mas pra mim, ele terminou muito rápido. Poxa, só 13 volumes? E era um dos mangás mais conhecidos fora do Japão da Champion. Mas tudo bem, esses 13 volumes valem a pena, e ele é um ótimo shonen pastelão ao meu estilo dos anos 90.




E para terminar: o amor atrapalhado. Hetakoi, a comédia sexual da Young Jump chegou ao fim nesse ano, diria que o mangá é bem engraçado e é um prato cheio para as pessoas que gostam de... bom, continuando.  O mangá chega ao fim no mesmo ano de sua autora. Sim, Junko Nakano, ela faleceu no dia 28 de Julho por causa de uma doença no coração, segundo nota oficial de Shueisha, e tinha só 45 anos. Uma lástima, mas felizmente deixou mangás bem legais que devem representar bem sua memória.


Agradecimentos especiais ao @eduketsura_, @Rubiopaloosa e ao @LucasShonen por ajudarem na lista.
Continuando, última parte...


Tóf! Chega o fim da segunda parte do todo poderoso mangá de luta do doidão do Saruwatari Tetsuya, com 39 volumes e sendo publicado desde 2003. Não é um mangá pra todos, é bem peculiar, porque né, é o autor de Riki-Oh. Mas eu diria que é um bom mangá de esportes. Mas é, o mangá é basicamente de MMA, esportes, e na primeira parte, a meta do protagonista era se tornar o próximo Bruce Lee, ou melhor, ser mais forte que ele.




Esse mangá maldito. Muitos dizem que ele só surgiu por causa de Bakuman., e não duvido muito, o fato é que ele já acabou, felizmente. É um dos mangás que mais odeio, e olha que é bem difícil eu odiar um mangá. Geralmente é só um hate por zuação, mas esse não. Um survival game que não é ruim, muito ao contrário disso, porém, ele é sádico. Muito mais sádico do que qualquer outro, mexe muito com você, dá muita raiva. Acho que isso é um ponto positivo, já que ele é o mais perturbador de todos os survival horrors e sim, ele permite que você o odeie, ele quer que você o odeie. Quando eu digo que dá muita raiva, dá muita raiva MESMO. Você sofre lendo o mangá. Odeio ele do fundo do meu coração.




Mais um shoujo acabando, 18 volumes, um bom número para o gênero. Sinceramente, eu achei o mangá bem clichêzinho e sem graça, é um shoujo padrão então nem preciso dizer a história aqui, faltou um pouco de personalidade. Mas temos que respeitar, até que vendeu bem e aguentou aí 18 volumes, sendo um dos trunfos de sua revista.




E eis que chega ao fim o grande josei de casamento da Petit, Hapi Mari. Sim, é josei, então seu público alvo é um pouco maior, apesar disso, posso dizer que gostei bastante do mangá, até mais que o aclamado Kimi Wa Pet e com certeza marcou as fãs do gênero. É igual uma dessas comédias românticas de holywood, com um riquinho esnobe praticamente comprando a heroína, mas mostra que é diferente e é bem interessante. 




Vida de Shinobi! Lembro de ter lido esse mangá há um bom tempo, e agora está finalmente acabando... esse é um shoujo bem peculiar, pois envolve viagem no tempo, ninjas e tudo mais. Curti bastante, por ser alternativo e tudo mais. Não sei porque mas me lembrou um pouco JIN, provavelmente por causa da viagem no tempo até o japão feudal. Mas lembrando, não tem nada a ver a história de ambos, um é um seinen de medicina e outro é um shoujo, romântico. 




Duas obras primas sobre montanhismo acabando quase no mesmo ano. Gaku e Kokou no Hito (2011). No meu humilde gosto, prefiro GAKU, mas isso é bem pessoal. Gaku consegue ser mais emocionante que Koukou de uma forma bem mais simples, não precisa de páginas duplas questionando o sentido da vida, não que isso seja ruim. Gaku é muito menos egoísta, é mais sobre a vida, a preciosidade dela. Uma verdadeira poesia, que tem um traço característico que combina muito, mesmo sendo simples, e dá um toque especial a história. É um traço aconchegante.

Lembrando que GAKU ganhou vários prêmios no Japão, além de um live-action sensacional com ninguém menos que o Oguri Shun protagonizando. A história é sobre Sanpo, um cara que ama as montanhas e sempre está ajudando as equipes de patrulha a resgatar acidentes lá em cima, onde nem deus chega. Sanpo é um dos personagens mais carismáticos que existem, ele é o tipo de personagem inocente, claro, não é forçado igual a um Luffy ou Gon da vida, e mais importante, ele é caridoso, ama viver as montanhas, mesmo já tendo perdido vários amigos queridos lá. Ainda deve pintar um review sobre ele aqui no blog.




Kaiji Kawaguchi. Acho que eu não preciso dizer mais. Mas como tenho que preencher um pouco o espaço, vamos lá! Mais um mangá sensacional do mestre Kawaguchi chegando ao seu término, dessa vez falando sobre música! E como sempre, mexendo com o tempo. E se você pudesse voltar no tempo e cantar os sucessos dos Beatles antes deles mesmo? É basicamente a premissa do mangá, que segue uma banda cover dos Beatle, The Fab 4, que acaba voltando no tempo e parando na época onde o Japão não sabia nada sobre Rock. Um tributo aos Beatles. Ou será que não?

Só posso dizer que estava sentindo muita falta de um mangá músical de verdade, afinal, ninguém merece coisas como K-On!... e ele veio pra acabar com a saudade! Sim, tenho que comparar com BECK e dizer que está num nível parecido, lembrando que BokuBeatles tem um foco bem mais complexo e envolve temas mais difíceis de se lidar, mas o roteirista, que dessa vez não é o Kawaguchi, consegue se sair bem.




Ikigami. O último limite foi passado e o último arco terminou. Seinen aclamado em várias partes do mundo, conta a história de Ikigami, que acaba virando cobaia de vários experimentos em troca de money, afinal, a vida não tá fácil para ninguém. Há quem compare o mangá com Homunculus, mas são coisas bem diferentes, apesar de ambos serem ótimos seinens. Uma história adulta de verdade, com problemas adultos e tudo mais.




A história da Frankenstein mais atrapalhada do mundo chega ao fim! Franken Fran, um mangá com um climão de terror e com uma fanbase ocidental bem interessante, afinal, muitos acompanharam sua publicação do começo ao fim. Sátira, ou não, do Frankenstein, acho bem interessante e não tenho muito comentários a tecer sobre. Recomendo que leiam esse post.




O remake do mangá de comédia dos anos 70 ganhou um tom bem mais sério e adulto, e foi muito bom. Afinal, são os criadores de Akumetsu que fizeram, então a qualidade já estava garantida. Como sempre, eles fazendo histórias bem poéticas com várias críticas da sociedade.  A história do lobisomem que teve que se adaptar a sociedade atual, indo para a escola e tudo mais, rendeu várias páginas filosóficas e bonitas, além de muito sangue e fanservice, sem medo algum de se expressar, foi bem sincero desde o começo e evoluiu bastante, eu diria, já que até o 5 volume raramente se vê alguma crítica importante nele. 12 volumes, curto e bom, fechado. Um reboot no estilo do feito por Naoki Urasawa com Pluto.




Um mangá da Bessatsu Shonen Magazine terminando. E muito bom, diga-se de passagem, como a maioria dos mangás publicados lá. A história é bem peculiar e genial, afinal, não é todo dia que se vê um mangá onde uma demôniozinha e shinigami se juntam pra fazer uma escola de luta para monstros. Como todos os mangás da revista, uma história bem alternativa e boa. Pra quem não conhece, a Bessatsu Shonen Magazine, na minha humilde opinião, é a melhor revista do Japão, publicando títulos como Shingeki no Kyojin, Aku no Hana e principalmente Doubutsu no Kuni.





Hanza Sky! Um dos melhores mangás da Champion dos últimos anos, ao lado de Sugarless chegou ao fim. Como a maioria dos mangás de lá: é de delinquentes. Ou quase isso. Hanza Sky usa aquela velha fórmula delinquentes + esportes, já usada por muitos, como o Inoue em Slam Dunk e o Morita em Rokudenashi BLUES, porém, não é repetitiva e cansativa, conseguiu ser legal. O mangá segue um delinquente que quer largar a vida das brigas e entrar no mundo amoroso mas acaba só se dando mal, até que finalmente acha um amor, mas ironicamente, no mundo das brigas, mas não das brigas de rua e sim das lutas, no Karatê.

Eu gostei muito do mangá, principalmente por lembrar muito o feeling de Shonan Junai Gumi, é muito engraçado e tem delinquentes, um dos meus gêneros favoritos de mangá. Mas pra mim, ele terminou muito rápido. Poxa, só 13 volumes? E era um dos mangás mais conhecidos fora do Japão da Champion. Mas tudo bem, esses 13 volumes valem a pena, e ele é um ótimo shonen pastelão ao meu estilo dos anos 90.




E para terminar: o amor atrapalhado. Hetakoi, a comédia sexual da Young Jump chegou ao fim nesse ano, diria que o mangá é bem engraçado e é um prato cheio para as pessoas que gostam de... bom, continuando.  O mangá chega ao fim no mesmo ano de sua autora. Sim, Junko Nakano, ela faleceu no dia 28 de Julho por causa de uma doença no coração, segundo nota oficial de Shueisha, e tinha só 45 anos. Uma lástima, mas felizmente deixou mangás bem legais que devem representar bem sua memória.


Agradecimentos especiais ao @eduketsura_, @Rubiopaloosa e ao @LucasShonen por ajudarem na lista.

Guia dos Mangás Finalizados em 2012 [Parte 2/3]

Continuando...



O Passarinho Negão! Finalmente um shoujo! E dessa vez Black Bird. Vou confessar que é um dos shoujos publicados aqui no Brasil que eu mais gosto, tem seus volumes fracos, mas no geral é muito bom e carismático, não entendo porque não ganhou anime... Bom, na história temos uma colegial que se apaixona por seu professor/amigo de infância que posteriormente descobre ser um Yokai, um Tengu, pra ser mais exato. Ela também descobre que é uma peça muito importante no mundo dos Yokai. Esse mangá tem também um dos personagens mais fodas de todos, o Kyo. Bate de frente com o Deus Usui, de Maid-sama!




E finalmente o mangá do habitante do infinito chega ao fim! Sendo publicado desde o ano de 1993, Blade, que já foi publicado no Brasil, porém cancelado junto a falência da Conrad, conta a história de um ninja que foi amaldiçoado com a imortalidade. O que ele tem que fazer para acabar com essa maldição? Simples, matar mil caras maus. Bom, apesar de nunca ter lido muito, Blade é muito recomendado por todos e a arte do mestre Hiroaki Samura, meu amigo... é show.




Sakura Princesa cadê? Mais um shoujo! E dessa vez da Arina Tanemura. Nunca li o mangá e nem quero ler, mas a Arina Tanemura é bem famosa, além de ser uma das autoras com bastantes obras publicadas aqui no Brasil. Um mangá de época. Eu particularmente odeio os mangás da Arina, muito forçados e o traço... é tudo igual, mas tem gente que gosta, e eu respeito.




Finalmente, depois de 6 anos de publicação, acaba FS/N! É um dos raros mangás baseados em alguma coisa que é bom e durou bastante tempo e volumes, geralmente mangás baseados em animes/visual novels/light novels são logo cancelados por ser fracos, durando 2~3 volumes. Esse foi um grande ano pra franquia Fate, com o anime Fate/ZERO feito pelo estúdio [ufotable] dando uma repaginada na franquia e fazendo todo mundo esquecer daquele anime ruim de Fate Stay/Night de 2006.

A história é sobre magos que conseguem invocar heróis poderosos, para lutar no torneio do Cálice Sagrado, que dizem dar um grande poder ao vencedor. Na verdade, é muito mais complexo que isso, mas realmente não vale a pena explicar tudo. Leiam o mangá, só isso. Fiquem longe do anime, se quiserem saber a história, vão para o filme, Fate/Unlimited Blade Works, que conta basicamente a mesma história do anime de Fate Stay/Night, mas é totalmente superior, muito melhor. Um ótimo filme.




Ai ai Hiroyuki Nishimori... Mais um mangá que não deu certo ou você que desistiu? Koutetsu fechando com 9 volumes só, parece não ter caído muito nas graças dos japoneses. O mangá fala sobre um riquinho que acaba perdendo tudo e tem que ser adaptar a vida de pobre. Não é ruim, muito ao contrário, eu até que gostei, porém, não é nada comparado ao grande sucesso do autor, Kyou Kara Ore Wa!!, que é uma obra-prima dos mangás de delinquentes. Talvez na próxima, né Nishimori?




Selo de qualidade Bessatsu Shonen Magazine. Mangá pequeno, 5 volumes, mas foi muito bom. Um survival game bem mais honesto que muita coisa por aí, como Ousama Game. São basicamente colegiais que acabam mexendo com os deuses e se fudendo. Pequeno e vale muito a leitura. É da mesma dupla que está fazendo o mangá de Dragon Collection na Weekly Mangazine, que parece estar até que fazendo um certo sucesso, principalmente com o pessoal da internet no japão, já que os volumes dele sempre entram no top de mais vendidos da Amazon, apesar de não venderem tanto assim.




Dançando na bunda do vampirão! Primeira coisa a se dizer: esqueça aquele anime ridículo de 2010. Agora podemos conversar. É sim um mangá lolicon e tudo, mas mesmo assim é bem interessante, é interessante ver uma vampira dominar um lobisomem pra conseguir cuidar de seu império, lutando contra todo tipo de coisas. Vindo de uma revista bem underground, até que tem bastante gente que conhece, principalmente graças a seu anime. Lembrando que ainda tem um gaiden da série em andamento, chamado Dive in Vampire  Bund. O mangá é publicado em vários lugares do mundo também, e faz sucesso.




Depois de 12 anos de publicação, uma das pratas da casa da Young Magazine chega ao fim com 50 volumes! A história do karateca Kohinata Minoru, e futuramente, Mixed Marcial Artist parece ter entrado no gosto dos japoneses. E tem seus méritos, realmente é um bom mangá de esporte e tudo mais, apesar de ser meio peculiar... Nele tem um Brasileiro chamado Pedro que estupra quase todos os caras do colégio do Minoru. SIM. Mas depois acaba virando amigo da galera....




BAKI! Mais um parte da clássica franquia Baki acabou, com 37 volumes. Ao todo, a franquia já passa dos 100 volumes. A história segue Hanma Baki, um jovem que quer ser o cara mais forte do mundo e arrebentar seu pai. A franquia é bem conhecida pelo seu traço peculiar, além de ter um anime bem clássico também. Não é pra muitos, mas é muito boa. O autor, Keisuke Itagaki, é um dos caras mais corajosos do Japão. Quando seu amigo, Mitsutoshi Shimabukuro (Toriko) foi preso por pedofilia, ele foi o primeiro cara a dar uma força pra ele e tudo mais, enquanto Oda e os outros fura-olhos não estavam nem aí... É, Toriko é basicamente uma homenagem a ele.




Mais um Shonen Jump acabando, pra variar. Esse é bem queridinho pelo povo, já que é bem fofinho e tudo mais. Eu diria que ele foi desenhado pelo Takeshi Obata, mas ok... Foi cancelado com 8 volumes. A história é de um feiticeiro chamado Shion que tem que se casar com uma garota especial pra se livrar de uma maldição, ou algo do tipo. Até que conseguiu durar bastante na Jump, não é ruim, mas também não tem nada demais.




Um cientista maligno vai aprontar todas tentando destruir o mundo na sua sessão da tarde! Sim, e basicamente é isso a sinopse do mangá. Um cara com chuunibyou que acha que é um cientista do mal, apesar de ter sim poderes, e quer destruir o mundo, mas tem que lidar com problemas de gente normal, como família e coisas do tipo. Mangá simpático, mas só. Publicado na Shonen Sunday e fechando com 16 volumes, mais um daqueles mangás simples da Sunday, estilo MÄR e Ueki.




Bokura Ga Ita fechando seu ciclo... esse mangá é muito especial. Terminando com 16 volumes, ele é um dos shoujos mais sensíveis e bonitos que já vi, realmente te toca, algo que muita coisa da Arina Tanemura tenta fazer mas nunca consegue, sempre ficando forçado. Tipo Full moon wo sagashite. Bom, Bokura já teve seu anime e seu boom um tempo atrás, e vale muito a pena, se você é mániaco/a por shoujos, é leitura obrigatória. Pode parecer clichê, afinal, uma menina que recebe atenção do cara mais popular da escola e se apaixona por ele é bem recorrente, mas vale a pena.




Sakamichi no Apollon, outro mangá bem sentimental. Acabando com 9 volumes no mesmo ano em que ganhou um anime, que foi muito bom, dirigido pelo mesmo diretor de Cowboy Bebop e logo após ganhar vários prêmios. É uma história de época, que mostra um nerd interagindo com um delinquente a moda antiga, fazendo amizade com ele e vivendo os dilemas de sua vida com sua ajuda.

Gostei até que bastante desse mangá, não sabia a existência do mesmo antes do anime, mas quando vi o primeiro episódio... pirei. Um anime musical, cujo o foco não é exatamente esse, no nível de Beck? Isso é algo. Só tem um pequeno probleminha: o final. Que final broxante. Corrido. Não dava pra fazer uns 2 volumes a mais e dar um final decente a série? Pelo amor de deus né. Nem que o anime tivesse um final filler.




Mais Mitsuru Adachi. Dessa vez pequeno, só 6 volumes, mas numa revista mensal. Aquela velha história, ou os mangás dele são muito bons, ou muito ruins, não tem meio termo. Ou era o que eu pensava até agora. Q and A não é ruim, mas sofre o mesmo problema de Magico, não é nada. É sobre um garoto que volta pra sua cidade natal e tem que enfrentar o dia-a-dia de lá. Mas ok, é Mitsuru Adachi.

Ainda continua aqui.
Continuando...



O Passarinho Negão! Finalmente um shoujo! E dessa vez Black Bird. Vou confessar que é um dos shoujos publicados aqui no Brasil que eu mais gosto, tem seus volumes fracos, mas no geral é muito bom e carismático, não entendo porque não ganhou anime... Bom, na história temos uma colegial que se apaixona por seu professor/amigo de infância que posteriormente descobre ser um Yokai, um Tengu, pra ser mais exato. Ela também descobre que é uma peça muito importante no mundo dos Yokai. Esse mangá tem também um dos personagens mais fodas de todos, o Kyo. Bate de frente com o Deus Usui, de Maid-sama!




E finalmente o mangá do habitante do infinito chega ao fim! Sendo publicado desde o ano de 1993, Blade, que já foi publicado no Brasil, porém cancelado junto a falência da Conrad, conta a história de um ninja que foi amaldiçoado com a imortalidade. O que ele tem que fazer para acabar com essa maldição? Simples, matar mil caras maus. Bom, apesar de nunca ter lido muito, Blade é muito recomendado por todos e a arte do mestre Hiroaki Samura, meu amigo... é show.




Sakura Princesa cadê? Mais um shoujo! E dessa vez da Arina Tanemura. Nunca li o mangá e nem quero ler, mas a Arina Tanemura é bem famosa, além de ser uma das autoras com bastantes obras publicadas aqui no Brasil. Um mangá de época. Eu particularmente odeio os mangás da Arina, muito forçados e o traço... é tudo igual, mas tem gente que gosta, e eu respeito.




Finalmente, depois de 6 anos de publicação, acaba FS/N! É um dos raros mangás baseados em alguma coisa que é bom e durou bastante tempo e volumes, geralmente mangás baseados em animes/visual novels/light novels são logo cancelados por ser fracos, durando 2~3 volumes. Esse foi um grande ano pra franquia Fate, com o anime Fate/ZERO feito pelo estúdio [ufotable] dando uma repaginada na franquia e fazendo todo mundo esquecer daquele anime ruim de Fate Stay/Night de 2006.

A história é sobre magos que conseguem invocar heróis poderosos, para lutar no torneio do Cálice Sagrado, que dizem dar um grande poder ao vencedor. Na verdade, é muito mais complexo que isso, mas realmente não vale a pena explicar tudo. Leiam o mangá, só isso. Fiquem longe do anime, se quiserem saber a história, vão para o filme, Fate/Unlimited Blade Works, que conta basicamente a mesma história do anime de Fate Stay/Night, mas é totalmente superior, muito melhor. Um ótimo filme.




Ai ai Hiroyuki Nishimori... Mais um mangá que não deu certo ou você que desistiu? Koutetsu fechando com 9 volumes só, parece não ter caído muito nas graças dos japoneses. O mangá fala sobre um riquinho que acaba perdendo tudo e tem que ser adaptar a vida de pobre. Não é ruim, muito ao contrário, eu até que gostei, porém, não é nada comparado ao grande sucesso do autor, Kyou Kara Ore Wa!!, que é uma obra-prima dos mangás de delinquentes. Talvez na próxima, né Nishimori?




Selo de qualidade Bessatsu Shonen Magazine. Mangá pequeno, 5 volumes, mas foi muito bom. Um survival game bem mais honesto que muita coisa por aí, como Ousama Game. São basicamente colegiais que acabam mexendo com os deuses e se fudendo. Pequeno e vale muito a leitura. É da mesma dupla que está fazendo o mangá de Dragon Collection na Weekly Mangazine, que parece estar até que fazendo um certo sucesso, principalmente com o pessoal da internet no japão, já que os volumes dele sempre entram no top de mais vendidos da Amazon, apesar de não venderem tanto assim.




Dançando na bunda do vampirão! Primeira coisa a se dizer: esqueça aquele anime ridículo de 2010. Agora podemos conversar. É sim um mangá lolicon e tudo, mas mesmo assim é bem interessante, é interessante ver uma vampira dominar um lobisomem pra conseguir cuidar de seu império, lutando contra todo tipo de coisas. Vindo de uma revista bem underground, até que tem bastante gente que conhece, principalmente graças a seu anime. Lembrando que ainda tem um gaiden da série em andamento, chamado Dive in Vampire  Bund. O mangá é publicado em vários lugares do mundo também, e faz sucesso.




Depois de 12 anos de publicação, uma das pratas da casa da Young Magazine chega ao fim com 50 volumes! A história do karateca Kohinata Minoru, e futuramente, Mixed Marcial Artist parece ter entrado no gosto dos japoneses. E tem seus méritos, realmente é um bom mangá de esporte e tudo mais, apesar de ser meio peculiar... Nele tem um Brasileiro chamado Pedro que estupra quase todos os caras do colégio do Minoru. SIM. Mas depois acaba virando amigo da galera....




BAKI! Mais um parte da clássica franquia Baki acabou, com 37 volumes. Ao todo, a franquia já passa dos 100 volumes. A história segue Hanma Baki, um jovem que quer ser o cara mais forte do mundo e arrebentar seu pai. A franquia é bem conhecida pelo seu traço peculiar, além de ter um anime bem clássico também. Não é pra muitos, mas é muito boa. O autor, Keisuke Itagaki, é um dos caras mais corajosos do Japão. Quando seu amigo, Mitsutoshi Shimabukuro (Toriko) foi preso por pedofilia, ele foi o primeiro cara a dar uma força pra ele e tudo mais, enquanto Oda e os outros fura-olhos não estavam nem aí... É, Toriko é basicamente uma homenagem a ele.




Mais um Shonen Jump acabando, pra variar. Esse é bem queridinho pelo povo, já que é bem fofinho e tudo mais. Eu diria que ele foi desenhado pelo Takeshi Obata, mas ok... Foi cancelado com 8 volumes. A história é de um feiticeiro chamado Shion que tem que se casar com uma garota especial pra se livrar de uma maldição, ou algo do tipo. Até que conseguiu durar bastante na Jump, não é ruim, mas também não tem nada demais.




Um cientista maligno vai aprontar todas tentando destruir o mundo na sua sessão da tarde! Sim, e basicamente é isso a sinopse do mangá. Um cara com chuunibyou que acha que é um cientista do mal, apesar de ter sim poderes, e quer destruir o mundo, mas tem que lidar com problemas de gente normal, como família e coisas do tipo. Mangá simpático, mas só. Publicado na Shonen Sunday e fechando com 16 volumes, mais um daqueles mangás simples da Sunday, estilo MÄR e Ueki.




Bokura Ga Ita fechando seu ciclo... esse mangá é muito especial. Terminando com 16 volumes, ele é um dos shoujos mais sensíveis e bonitos que já vi, realmente te toca, algo que muita coisa da Arina Tanemura tenta fazer mas nunca consegue, sempre ficando forçado. Tipo Full moon wo sagashite. Bom, Bokura já teve seu anime e seu boom um tempo atrás, e vale muito a pena, se você é mániaco/a por shoujos, é leitura obrigatória. Pode parecer clichê, afinal, uma menina que recebe atenção do cara mais popular da escola e se apaixona por ele é bem recorrente, mas vale a pena.




Sakamichi no Apollon, outro mangá bem sentimental. Acabando com 9 volumes no mesmo ano em que ganhou um anime, que foi muito bom, dirigido pelo mesmo diretor de Cowboy Bebop e logo após ganhar vários prêmios. É uma história de época, que mostra um nerd interagindo com um delinquente a moda antiga, fazendo amizade com ele e vivendo os dilemas de sua vida com sua ajuda.

Gostei até que bastante desse mangá, não sabia a existência do mesmo antes do anime, mas quando vi o primeiro episódio... pirei. Um anime musical, cujo o foco não é exatamente esse, no nível de Beck? Isso é algo. Só tem um pequeno probleminha: o final. Que final broxante. Corrido. Não dava pra fazer uns 2 volumes a mais e dar um final decente a série? Pelo amor de deus né. Nem que o anime tivesse um final filler.




Mais Mitsuru Adachi. Dessa vez pequeno, só 6 volumes, mas numa revista mensal. Aquela velha história, ou os mangás dele são muito bons, ou muito ruins, não tem meio termo. Ou era o que eu pensava até agora. Q and A não é ruim, mas sofre o mesmo problema de Magico, não é nada. É sobre um garoto que volta pra sua cidade natal e tem que enfrentar o dia-a-dia de lá. Mas ok, é Mitsuru Adachi.

Ainda continua aqui.

Guia dos Mangás Finalizados em 2012 [Parte 1/3]

Basicamente, essa vai ser uma lista dos mangás que terminaram/terminarão em 2012, lembrando que são só os mais relevantes, já que são muitos.


Bom, o que dizer sobre Bakuman.? Sem dúvida um dos mangás mais importantes que já passaram pelas páginas da Shonen Jump, simplesmente por falar de mangás. Nele, temos dois jovens que almejam o cargo de mangaká na revista mais famosa de mangás do Japão, e graças a isso, temos muito conteúdo sobre o gênero, como fazer mangás, como fazer as narrativas, gêneros e tudo mais, um verdadeiro guia, mas claro, romantizado.

Bakuman. é dos mesmo criadores do aclamado Death Note, começou no ano de 2008, junto com o todo poderoso Toriko e acabou há pouco tempo, com 20 volumes, e sucesso estrondoso, com um anime de três temporadas e publicação em vários países do mundo, inclusive no Brasil. Sem dúvida alguma é um mangá muito importante, porém, como a maioria dos shonens, ele se perde. Tem muitos baixos, porém, mesmo assim, vale muito a pena a leitura.


Mais um mangá grande da Jump que deixou as páginas da revista! Estamos falando de Katekyoushi Hitman Reborn!, mais conhecido somente como Reborn!, mangá de autoria de Akira Amano, se encerrando. Sim, finalmente, 42 volumes depois, o mangá sobre o garotinho japonês que começa a ser treinado por um bebê pra ser o próximo chefe da grande família mafiosa Vongola chega ao seu fecho.


Sim, 42 volumes, o grande número cabalístico da Jump, de mangás como Dragon Ball e Rokudenashi BLUES. Pena Reborn! não ser tão bom quanto os já citados. O mangá é uma bagunça total, começa como um simples Gag-Manga e depois vira um Battle Shonen com muita putaria e porrada. Vou confessar que até gostava do mangá no início, mas como o foco mudou totalmente... ficou meio difícil. Reborn! ganhou um anime de 203 episódios que acabou no ano de 2010, pelo estúdio Artland.




Haruto Umezawa! Mais uma obra-prima do mestre Umezawa acabou nesse ano, dessa vez seu mangá sobre carros, Countach, com 28 volumes. Um mangá que pouca gente liga/conhece, infelizmente. Ele conta a história de um salaryman perdedor que vê a oportunidade de realizar um sonho dos tempos de criança: ter um Lamborghini Countach e sair zoando com ele por aí. Os traços do Umezawa estão muito bons e a história é muito empolgante, dessa vez sendo publicado numa revista seinen, dando mais liberdade ao mestre, coisa que ele sofreu em Bremen.


O mangá acaba com um bom número de volumes e parece ter uma boa história fechadinha, como Hareluya II BOY, porém, é muito desconhecido. Infelizmente, como o Morita (Rokudenashi BLUES), ele não conseguiu mais tanto sucesso depois dos anos 90... uma pena. Leiam Countach, malditos!


Eis que a franquia Bloody Monday finalmente termina, depois de 23 volumes publicados em três partes, sendo essa última os 4 volumes finais. É mais Bloody Monday, é mais Taka hackeando, só que diferentemente das outras partes, ele não está do lado do governo defendendo seu país de ameaças mortais, dessa vez ele é o vilão. Sim, e é por isso que a Last Season é a melhor parte de todas. Mais intrigas, mais carisma e um clima bem mais tenso, noir e por incrível que pareça, até menos fanservice. Uma parte rápida pra fechar a série com tudo.


Ah Ken Akamatsu... a história de Negi Springfiel, um garoto mago que vira um professor numa escola só para garotas chega ao fim nas páginas da Shonen Magazine, finalizando com 38 volumes. Muitos dizem que a razão desse fim foi um desentendimento do autor com a editora, Kodansha, já que o Akamatsu é bem conhecido na internet por querer colocar seus projetos de graça nela, com iniciativas como o j-comi.


Só posso dizer que até que gostei de Negima!, não li tudo, apesar de saber o final, mas é aquilo, muito fanservice com um pouco de shonen, mas eu ainda prefiro Love Hina. Não é ruim, é peculiar, mas é meio complicado de se ler. Mas numa coisa o Akamatsu tem mérito: ele inova muito na diagramação das páginas. Testa muita coisa diferente e fica muito interessante.


Até mais, Zetsubou Sensei! Termina a saga do professor mais pessimista da história dos mangás, com 30 volumes e mais um porrada de episódios de animes divididos em várias temporadas, feitos pelos sádicos do Shaft. Zetsubou é uma grande sátira que arranca muitas risadas, tem sacadas muito geniais e faz referência há muitas coisas. Tem bastante fanbase, eu diria, principalmente graças aos seus animes. (Devem ter umas duas temporadas que chamam "Zetsubou Sensei de novo"...) Simples e complexo, leitura obrigatória para o pessoal que se acha hipster.



Oh! Great! define muito bem o mangá. Uma arte muito bonita com um design cool e com um enredo "jovem", perfeito pros mesmo, além da grande quantidade de fanservice, já de praxe nos mangás do Oh! Great e da Shonen Magazine. A história segue o pequeno Ikki Baby Face que entra no mundo dos Air Treks, espécies de patins que podem voar, e suas gangues, que disputam pra ver quem vai ser o próximo Sky King.

Eu só posso dizer que mesmo a história de Air Gear sendo mal feita e tudo mais, sou um grande fã! Curto muito a arte, e as corridas de patins voadores são muito legais! É uma história bem legal fechadinha em 37 volumes, número que eu adoro. Não é pra todo mundo, mas é uma boa pedida pra um shonen divertido e gostoso de ler.



No ano em que ganha anime, o mangá termina! Vou ser sincero, nunca li o mangá, mas gosto muito do anime, principalmente a segunda temporada, e recomendo essa porra pra todo mundo, afinal, são só 11 volumes! Jonah, um garoto orfã que viu sua família morrer graças a guerra e vive odiando armas, mesmo sabendo manuseá-las, vira um guarda-costas de uma traficante de armas peculiar, Koko Hekmatyar e acaba se apegando bastante a ela.

Armas, bombas, trama policial, personagens carismáticos. Keitaro Takahashi conseguiu construir isso bem em seu mangá, publicado na meio desconhecida Sunday Gene X, casa de mangás como Black Lagoon e Kamisama Dolls.


Nuramago. Youkais. Terminando com lindos 25 volumes, temos Nuramago, o mangá odiado por todos os leitores da Jump no Japão, mas que conseguiu se aguentar na revista graças as vendas de seus volumes e até ganhou um anime com duas temporadas de 26 episódios. Nura é aquilo, eu amo. Conta a história do menino Rikuo, que é o próximo sucessor do grande clã de youkais chamado Nura. Simples né? Mas o moleque não quer assumir o clã e o conflito do mangá é basicamente nisso no começo do mangá.

O mangá começa bem fraco, tendo o traço e o feeling seus principais atrativos. Mas evolui. Tem um dos melhores crescimentos de personagem já feito na Shonen Jump, a partir da segunda metade, o mangá chega a outro nível, não importa mais as batalhas nem nada, você só quer ver o Rikuo crescer mais e mais. Realmente gosto muito, pena ser meio impopular e acabar meio cedo. Não era um mangá pra Shonen Jump, afinal. Sofisticado demais.



Bom, esse não é nem tão importante assim já que foi um fracasso mítico e acabou cancelado com só 2 volumes. Ou será que não? A história do príncipe do espaço Astro que quer colocar ordem no seu planeta invadido por alienígenas não emplacou, mas mesmo tendo sido cancelado, foi importante. Por quê? Porque ele foi simplesmente o primeiro mangá "pequeno", ou melhor dizendo, que estava começando, a ser publicado simultaneamente nos EUA, com o título Barrage. Pode parecer uma conquista pequena, mas é uma conquista.

Eu particularmente gostei do mangá, apesar de ele demorar muito pra engrenar e ser meio fraco. Gosto muito do autor, Kohei Horikoshi, que já fez outra cancelado outra vez na jump com o genial Oumagadoki Doubutsuen, uma lástima. Mas fica a dica: vai pra Magazine! Lá com certeza tem um lugar melhor pra você, Horikoshi, onde você pode fazer mangás bons sem as restrições babacas da Jump.
Mais uma coisa: ele é importante também por causa disso. Sem mais.

Continua aqui.
Basicamente, essa vai ser uma lista dos mangás que terminaram/terminarão em 2012, lembrando que são só os mais relevantes, já que são muitos.


Bom, o que dizer sobre Bakuman.? Sem dúvida um dos mangás mais importantes que já passaram pelas páginas da Shonen Jump, simplesmente por falar de mangás. Nele, temos dois jovens que almejam o cargo de mangaká na revista mais famosa de mangás do Japão, e graças a isso, temos muito conteúdo sobre o gênero, como fazer mangás, como fazer as narrativas, gêneros e tudo mais, um verdadeiro guia, mas claro, romantizado.

Bakuman. é dos mesmo criadores do aclamado Death Note, começou no ano de 2008, junto com o todo poderoso Toriko e acabou há pouco tempo, com 20 volumes, e sucesso estrondoso, com um anime de três temporadas e publicação em vários países do mundo, inclusive no Brasil. Sem dúvida alguma é um mangá muito importante, porém, como a maioria dos shonens, ele se perde. Tem muitos baixos, porém, mesmo assim, vale muito a pena a leitura.


Mais um mangá grande da Jump que deixou as páginas da revista! Estamos falando de Katekyoushi Hitman Reborn!, mais conhecido somente como Reborn!, mangá de autoria de Akira Amano, se encerrando. Sim, finalmente, 42 volumes depois, o mangá sobre o garotinho japonês que começa a ser treinado por um bebê pra ser o próximo chefe da grande família mafiosa Vongola chega ao seu fecho.


Sim, 42 volumes, o grande número cabalístico da Jump, de mangás como Dragon Ball e Rokudenashi BLUES. Pena Reborn! não ser tão bom quanto os já citados. O mangá é uma bagunça total, começa como um simples Gag-Manga e depois vira um Battle Shonen com muita putaria e porrada. Vou confessar que até gostava do mangá no início, mas como o foco mudou totalmente... ficou meio difícil. Reborn! ganhou um anime de 203 episódios que acabou no ano de 2010, pelo estúdio Artland.




Haruto Umezawa! Mais uma obra-prima do mestre Umezawa acabou nesse ano, dessa vez seu mangá sobre carros, Countach, com 28 volumes. Um mangá que pouca gente liga/conhece, infelizmente. Ele conta a história de um salaryman perdedor que vê a oportunidade de realizar um sonho dos tempos de criança: ter um Lamborghini Countach e sair zoando com ele por aí. Os traços do Umezawa estão muito bons e a história é muito empolgante, dessa vez sendo publicado numa revista seinen, dando mais liberdade ao mestre, coisa que ele sofreu em Bremen.


O mangá acaba com um bom número de volumes e parece ter uma boa história fechadinha, como Hareluya II BOY, porém, é muito desconhecido. Infelizmente, como o Morita (Rokudenashi BLUES), ele não conseguiu mais tanto sucesso depois dos anos 90... uma pena. Leiam Countach, malditos!


Eis que a franquia Bloody Monday finalmente termina, depois de 23 volumes publicados em três partes, sendo essa última os 4 volumes finais. É mais Bloody Monday, é mais Taka hackeando, só que diferentemente das outras partes, ele não está do lado do governo defendendo seu país de ameaças mortais, dessa vez ele é o vilão. Sim, e é por isso que a Last Season é a melhor parte de todas. Mais intrigas, mais carisma e um clima bem mais tenso, noir e por incrível que pareça, até menos fanservice. Uma parte rápida pra fechar a série com tudo.


Ah Ken Akamatsu... a história de Negi Springfiel, um garoto mago que vira um professor numa escola só para garotas chega ao fim nas páginas da Shonen Magazine, finalizando com 38 volumes. Muitos dizem que a razão desse fim foi um desentendimento do autor com a editora, Kodansha, já que o Akamatsu é bem conhecido na internet por querer colocar seus projetos de graça nela, com iniciativas como o j-comi.


Só posso dizer que até que gostei de Negima!, não li tudo, apesar de saber o final, mas é aquilo, muito fanservice com um pouco de shonen, mas eu ainda prefiro Love Hina. Não é ruim, é peculiar, mas é meio complicado de se ler. Mas numa coisa o Akamatsu tem mérito: ele inova muito na diagramação das páginas. Testa muita coisa diferente e fica muito interessante.


Até mais, Zetsubou Sensei! Termina a saga do professor mais pessimista da história dos mangás, com 30 volumes e mais um porrada de episódios de animes divididos em várias temporadas, feitos pelos sádicos do Shaft. Zetsubou é uma grande sátira que arranca muitas risadas, tem sacadas muito geniais e faz referência há muitas coisas. Tem bastante fanbase, eu diria, principalmente graças aos seus animes. (Devem ter umas duas temporadas que chamam "Zetsubou Sensei de novo"...) Simples e complexo, leitura obrigatória para o pessoal que se acha hipster.



Oh! Great! define muito bem o mangá. Uma arte muito bonita com um design cool e com um enredo "jovem", perfeito pros mesmo, além da grande quantidade de fanservice, já de praxe nos mangás do Oh! Great e da Shonen Magazine. A história segue o pequeno Ikki Baby Face que entra no mundo dos Air Treks, espécies de patins que podem voar, e suas gangues, que disputam pra ver quem vai ser o próximo Sky King.

Eu só posso dizer que mesmo a história de Air Gear sendo mal feita e tudo mais, sou um grande fã! Curto muito a arte, e as corridas de patins voadores são muito legais! É uma história bem legal fechadinha em 37 volumes, número que eu adoro. Não é pra todo mundo, mas é uma boa pedida pra um shonen divertido e gostoso de ler.



No ano em que ganha anime, o mangá termina! Vou ser sincero, nunca li o mangá, mas gosto muito do anime, principalmente a segunda temporada, e recomendo essa porra pra todo mundo, afinal, são só 11 volumes! Jonah, um garoto orfã que viu sua família morrer graças a guerra e vive odiando armas, mesmo sabendo manuseá-las, vira um guarda-costas de uma traficante de armas peculiar, Koko Hekmatyar e acaba se apegando bastante a ela.

Armas, bombas, trama policial, personagens carismáticos. Keitaro Takahashi conseguiu construir isso bem em seu mangá, publicado na meio desconhecida Sunday Gene X, casa de mangás como Black Lagoon e Kamisama Dolls.


Nuramago. Youkais. Terminando com lindos 25 volumes, temos Nuramago, o mangá odiado por todos os leitores da Jump no Japão, mas que conseguiu se aguentar na revista graças as vendas de seus volumes e até ganhou um anime com duas temporadas de 26 episódios. Nura é aquilo, eu amo. Conta a história do menino Rikuo, que é o próximo sucessor do grande clã de youkais chamado Nura. Simples né? Mas o moleque não quer assumir o clã e o conflito do mangá é basicamente nisso no começo do mangá.

O mangá começa bem fraco, tendo o traço e o feeling seus principais atrativos. Mas evolui. Tem um dos melhores crescimentos de personagem já feito na Shonen Jump, a partir da segunda metade, o mangá chega a outro nível, não importa mais as batalhas nem nada, você só quer ver o Rikuo crescer mais e mais. Realmente gosto muito, pena ser meio impopular e acabar meio cedo. Não era um mangá pra Shonen Jump, afinal. Sofisticado demais.



Bom, esse não é nem tão importante assim já que foi um fracasso mítico e acabou cancelado com só 2 volumes. Ou será que não? A história do príncipe do espaço Astro que quer colocar ordem no seu planeta invadido por alienígenas não emplacou, mas mesmo tendo sido cancelado, foi importante. Por quê? Porque ele foi simplesmente o primeiro mangá "pequeno", ou melhor dizendo, que estava começando, a ser publicado simultaneamente nos EUA, com o título Barrage. Pode parecer uma conquista pequena, mas é uma conquista.

Eu particularmente gostei do mangá, apesar de ele demorar muito pra engrenar e ser meio fraco. Gosto muito do autor, Kohei Horikoshi, que já fez outra cancelado outra vez na jump com o genial Oumagadoki Doubutsuen, uma lástima. Mas fica a dica: vai pra Magazine! Lá com certeza tem um lugar melhor pra você, Horikoshi, onde você pode fazer mangás bons sem as restrições babacas da Jump.
Mais uma coisa: ele é importante também por causa disso. Sem mais.

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